POEMA SOBRE A MORTE
Não a odeio.
Nem
a venero.
Ela
simplesmente acontece.
Desesperar-me?
Jamais!
Morrer? Nada disso!
Este mundo terminará para mim.
Acabou-se
o que era doce; quem
comeu,
regalou-se.
Claus Prolhoti
Comentários
Postar um comentário