CRITICIDADE POETADA
Liberdade, igualdade, fraternidade.
A
revolução francesa prometeu.
Será
que contaram inverdade?
Pois
nem no antigo leste aconteceu.
Proclamados
imortais.
Na
pompa do fardão.
Canonizam
a literatura.
Dá-se
status a poesia e a ficção.
Mas
nossa “grande” academia.
O
bruxo do Cosme Velho a fundou.
Será
que quando ele o fazia. Ah! A
Política ganhou?
Entre
tantas reflexões.
Algum
brasileiro se gabava para as
Forasteiras
multidões.
“Venham
vocês comer jabuticaba!”
Claus Prolhoti
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